
O Rei Carlos III e Meghan, Duquesa de Sussex, têm sido alvo de grande atenção mediática desde que Meghan se juntou à Família Real em 2018. Embora a relação entre o Duque e a Duquesa de Sussex e o resto da Família Real tenha evoluído ao longo do tempo, os relatos públicos mostram que o Rei Carlos e Meghan já partilharam uma relação afetuosa. Entre as muitas histórias que circularam, um pormenor continua a atrair interesse: uma alcunha que o Rei Carlos supostamente usava para a sua nora.
Este artigo revisita o que fontes fidedignas e documentadas publicamente disseram sobre as primeiras impressões do Rei Carlos a respeito de Meghan Markle, como a sua relação se desenvolveu e a origem da conhecida alcunha “Tungsténio”. Todas as informações abaixo são claramente atribuídas e evitam afirmações não verificadas ou especulativas.
Reações iniciais à relação do Príncipe Harry e Meghan Markle
Os relatos públicos mostraram que a relação do Príncipe Harry com Meghan Markle se tornou amplamente conhecida no final de 2016. De acordo com o livro *Finding Freedom: Harry and Meghan and the Making of a Modern Royal Family*, de Omid Scobie e Carolyn Durand, o então Príncipe Carlos soube da nova relação do filho pouco antes de a notícia se tornar pública. Os autores, ambos jornalistas experientes na cobertura da realeza, escreveram que ele foi informado aproximadamente 20 minutos antes de o Palácio de Kensington divulgar um comunicado que confirmava que Meghan era namorada de Harry.
O relatório afirma ainda que os funcionários da Clarence House estavam preocupados com o momento do anúncio público, uma vez que coincidiu com os preparativos para uma importante viagem ao estrangeiro. No livro, Scobie e Durand escreveram que os assessores do palácio estavam a preparar a viagem do Príncipe de Gales à região do Golfo, e o momento inesperado do anúncio corria o risco de ofuscar a cobertura mediática da viagem. Estes pormenores provêm diretamente do relato publicado pelos autores, e não de uma confirmação do Palácio.
É importante realçar que Finding Freedom é um livro de autoria independente; por isso, as suas descrições reflectem o relato dos autores e não devem ser interpretadas como declarações oficiais da Casa Real. O Palácio não se pronunciou publicamente sobre estas alegações específicas.

A integração de Meghan Markle na Família Real
Meghan Markle casou com o Príncipe Harry na Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, em maio de 2018. Os acontecimentos públicos que rodearam o casamento demonstraram momentos de apoio mútuo no seio da Família Real. O Rei Carlos, então Príncipe Carlos, acompanhou Meghan em parte do caminho até ao altar, uma vez que o seu pai não pôde comparecer. Este momento foi transmitido em direto e noticiado por órgãos de comunicação como a BBC, a Sky News e os principais meios de comunicação internacionais.
Após o casamento, Meghan juntou-se à Família Real em compromissos públicos, e diversos observadores notaram interações cordiais entre ela e membros da realeza, incluindo o Rei Carlos. Estas observações provêm principalmente de aparições públicas e de reportagens de órgãos de imprensa fidedignos.

A Origem do Apelido “Tungsténio”
Um dos detalhes mais falados sobre o Rei Carlos e Meghan Markle vem de uma reportagem publicada em 2018. Charlotte Griffiths, editora e jornalista do Mail on Sunday, relatou que o Rei Carlos usava a alcunha “Tungsténio” para Meghan. O tungsténio é conhecido por ser um dos elementos mais resistentes da tabela periódica e por ter um ponto de fusão particularmente elevado.
De acordo com o relatório de Griffiths, a alcunha era um elogio, sugerindo que Charles admirava a resiliência e a presença constante de Meghan. O artigo descrevia-o como um “termo carinhoso”, refletindo a apreciação de Charles pelo que considerava ser a personalidade forte e acolhedora de Meghan.
É importante esclarecer que este apelido não foi confirmado oficialmente pelo Palácio de Buckingham. Aparece exclusivamente em reportagens dos media e, embora amplamente citado, continua a ser uma afirmação anedótica atribuída a fontes reais não identificadas em publicações jornalísticas.

Como o relacionamento tem sido noticiado desde 2018
As informações publicamente disponíveis sobre a relação pessoal entre o Rei Carlos e o Duque e a Duquesa de Sussex desde 2020 continuam limitadas. Grandes órgãos de comunicação social, como a BBC, a Associated Press, a Reuters e outras fontes conceituadas, noticiaram a transição do casal para longe dos deveres reais e a sua mudança para os Estados Unidos. No entanto, estas reportagens centram-se sobretudo em acontecimentos oficiais, declarações emitidas pelo Palácio e eventos de conhecimento público.
As relações pessoais dentro da Família Real são geralmente privadas, e o Palácio de Buckingham recusa-se tradicionalmente a comentar dinâmicas interpessoais. Por esta razão, quaisquer caracterizações dos sentimentos atuais de Carlos em relação a Meghan são especulativas e não estão incluídas neste artigo.

Porque é que o apelido despertou o interesse do público
A ideia de que o Rei Carlos deu uma alcunha a Meghan teve repercussões no público por vários motivos:
1. Os apelidos indicam familiaridade
Dentro da Família Real, os apelidos têm sido historicamente interpretados como sinais de afeto ou confiança. Exemplos disso foram documentados em memórias, entrevistas e biografias históricas sobre gerações anteriores.
2.º A imagem pública de Meghan envolve força e ativismo
Meghan pronuncia-se frequentemente sobre questões como a igualdade de género, o bem-estar mental e o envolvimento comunitário. O significado simbólico de “Tungsténio” alinha-se com estes temas, contribuindo para o apelo público do apelido.
3.º Interesse dos media na dinâmica da Família Real
Enquanto figuras públicas, os membros da Família Real são frequentemente alvo de análises sobre as suas relações interpessoais. As anedotas confirmadas e não confirmadas tendem a gerar um grande envolvimento, embora o jornalismo responsável deva distinguir entre factos verificados e alegações publicadas.

Conclusão
A história da alcunha atribuída pelo Rei Carlos a Meghan Markle continua a fascinar tanto os observadores da realeza como os leigos. Embora fontes públicas indiquem que Carlos e Meghan partilharam momentos positivos, principalmente durante os primeiros anos do seu casamento com o Príncipe Harry, muito do que é discutido publicamente provém do jornalismo e de livros independentes, e não de declarações oficiais do Palácio.
Ao distinguir entre factos verificados e alegações publicadas, mas não confirmadas, os leitores podem compreender melhor o contexto por detrás da popular alcunha “Tungsten” e a história mais ampla dos primeiros anos de Meghan Markle na Família Real.