
Depois do direto de ontem… há coisas que ficam.
E uma delas foi aquela frase da Eva:
“Eu só queria que tu me amasses ao ponto que isto não tivesse acontecido.” ![]()
Isto não é uma frase qualquer. Isto é o resumo de tudo.
Porque ali percebe-se tudo: ela não estava a jogar, ela estava a amar. E quando alguém diz isto, já está num ponto em que aceita quase tudo… só para não perder a pessoa.
E é aí que custa.
Custou ver a forma como ela chorou, completamente destruída, depois de ele ter acabado com ela em direto. Foi real, foi cru e não teve nada de “jogo”.
O Diogo errou em muita coisa. Não há como defender o que fez dentro da casa, a forma como geriu tudo, nem a maneira como lidou com duas pessoas ao mesmo tempo.
Mas naquele momento final, pela primeira vez, teve uma atitude minimamente digna.
Acabou.
E às vezes acabar é a única forma de parar algo que já só está a magoar.
A frase dela mostra amor… mas também mostra perda. Perda de limites, perda de si própria.
Porque amor não devia ser pedir para alguém te amar melhor.
Devia ser sentir isso sem ter de pedir.
A Eva merece muito mais do que aquilo. Merece alguém que não a faça duvidar, que não a coloque em situações destas e que não a faça sentir que tem de aceitar tudo para ser amada.
E por muito que doa agora… talvez este tenha sido o primeiro passo para ela perceber isso.
Porque há relações que não são para salvar. São para terminar. E esta era uma delas. ![]()
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